E se Raquel...
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quarta-feira, 5 de maio de 2021
terça-feira, 20 de abril de 2021
14 de Nov de 2017
4 min para ler
JOSÉ, O EXEMPLO DE FILHO DEDICADO
INTRODUÇÃO
Antes do relato do cap. 37 de Gênesis, José é mencionado apenas outras duas vezes. A primeira no cap. 30, onde o escritor narra sobre o nascimento dos filhos de Jacó, e no capítulo 33, no incidente do encontro de Jacó e Esaú. No capítulo 37 de Gênesis o escritor abre um parêntese em sua narrativa para inserir detalhes da história José.
Um jovem rapaz, amado de seu pai. A história de José é interrompida no cap. 38, onde o escritor discorre sobre o incidente de Judá e Tamar, mais é retomado no cap. seguinte.
Jacó amava José mais do que todos os demais filhos porque era filho de sua velhice, conforme nos informa o escritor. Uma outra razão é sem dúvida porque José era o filho primogênito de sua esposa mais amada, Raquel.
Quando Jacó veio para Arã, fugindo de seu irmão Esaú, encontrou primeiramente Raquel. No primeiro encontro a beijou (29.11). Foi amor à primeira vista. Trabalhou 14 anos por ela. Ele a amava profundamente (29.18a). Jacó sempre demostrou seu favoritismo por ela, e por seus filhos com ela (29.30; 33.2).
Quando o relato do cap. 37 se desenrola, Raquel, mãe de José, a esposa mais amada de Jacó, já havia falecido. Dela, restou apenas José e o pequeno Benjamim, irmão de José. Isso pode também ser uma das razões porque Jacó era tão apegado a José, seu primogênito com Raquel. Sua esposa preferida já havia falecido, e seu consolo poderia ser encontrado em José.
O RELACIONAMENTO DE JOSÉ E JACÓ
Quando analisamos o trato de José com seu pai, percebemos que ele tinha outros motivos para amar José além, dos motivos que já alistamos acima. Jacó é, sem dúvida, um tipo de Deus nesse contexto, e José um tipo do crente.
O contexto familiar de Jacó simboliza o reino de Deus, onde iremos exercer responsabilidades para com o Pai celestial e seus interesses. Todos os salvos em Cristo são filhos de Deus por adoção. Adoção é o ato de filiação judicial. Após o ato de adoção por Deus em Cristo, passamos a ser filhos legítimos de Deus. Nos tornamos herdeiros Dele. Nosso trato para com Deus vai definir muito a maneira como Deus vai tratar conosco.
O AMOR DE JACÓ POR JOSÉ
O amor não é um sentimento solitário, mas composto, que carrega em si muitos outros sentimentos. Quando a Bíblia afirma que Jacó amava José, significa que ele tinha por ele muitos outros sentimentos.
Abaixo faremos análise das qualidades de José, e de suas conquistas da parte de seu pai.
José recebeu de seu pai uma túnica de várias cores. Essa túnica era o símbolo externo do amor de seu pai. Simbolicamente a túnica representa as benção advindas de Cristo. Em outras palavras a túnica representa o dons espirituais, os ministérios, os demais adornos da vida cristã.
Os demais irmãos de José também queriam possuir uma túnica semelhante, mas a túnica foi dada apenas a José, porque ele provou ser alguém merecedor de possuí-la.
No reino de Deus, muitos desejam receber de Deus dons e talentos mas nem todos merecem tê-los, pois são imaturos, instáveis, ignorantes quanto ao que desejam. Esses sem dúvida não receberão de Deus o que almejam. Deus é como um pai humano. O pai distribui tarefas e responsabilidades ao filho de acordo com sua maturidade, ou capacidade. Da mesma forma Deus nos confia dons e talentos conforme nossa maturidade cristã, conforma nossa responsabilidade no seu Reino. Assim como a confiança de um pai por um filho deve ser conquistada e não requerida, assim também devemos conquistar a confiança de Deus para obtermos mais privilégios no reino.
APLICAÇÃO PRÁTICA
A condição presente dos salvos Somos filhos de Deus por adoção, por meio de Jesus Cristo Se somos filhos temos deveres ou responsabilidades, privilégios e direitos inerentes a nossa condição. Os deveres ou responsabilidades do Reino são deveres de todos Os direitos são direitos de todos Os privilégios no entanto são para aqueles que conquistam - os privilégios no Reino de Deus estão intimamente relacionados a maneira como nos relacionamos com Deus, e cuidamos dos seus interesses.
Um filho dedicado faz seus os interesses do pai. O que para o pai é conveniente para o filho também o é, e aquilo que não é conveniente, para o filho também não é. As vezes focalizamos os privilégios do Reino e nos esquecemos que para os conquistarmos precisamos primeiramente conquistar a Deus. Esse não é um processo simples, exige dedicação, renúncia, perseverança e um espírito quebrantado.
O EXEMPLO DE JOSÉ, UM EXEMPLO A SER SEGUIDO
José conseguiu agradar a seu pai, pois o conhecia intimamente Para conhecermos a vontade de Deus é necessário que o conheçamos intimamente. Nem sempre a vontade de alguém é manifesta por palavras, mas também gestos, e sentimentos. Por conhecer e agradar seu pai, José consegui conquistar sua simpatia.
Este é o primeiro passo para obtermos os privilégios do Reino. José era um jovem dedicado ao trabalho, agindo sempre responsavelmente isso fez com que conquistasse a credibilidade de seu pai (37.2 a).
José era inteiramente justo e integro, não suportava injustiça alguma, tinha um zelo especial pelas coisas de seu pai “trazia má fama de seus irmãos ao seu pai” (37.2b). Isso fez com que conquistasse a plena confiança de seu pai.
José era inteiramente espontâneo, tinha espirito voluntário. Quando seu pai pediu que fosse aos seus irmãos onde apascentavam de imediato respondeu “eis me aqui” (37.13b). Isso fez com que conquistasse a posição de superintendente de seus irmãos. Quando ia a seus irmãos, se perdeu no caminho, e andava errante a procura deles. José poderia ter retornado, sem cumprir sua missão, mas era um homem abnegado em prol da causa de seu pai, por isso persistiu até que que os encontrou.
José também, com certeza, tinha consciência do perigo que corria em ir ter com seus irmãos na ausência do pai, mas mesmo assim preferiu correr o risco, mas atender aos interesses de seu pai.
CONCLUSÃO
José era o filho mais amado de seu pai. Como já vimos, ele tinha suas razões pessoais para tal. Mas uma das razões que levou Jacó a se apegar tanto com seu filho José foi, sem dúvida, sua dedicação, compromisso e zelo.
terça-feira, 23 de junho de 2020
Era uma vez, uma menina que seguia trabalhando feliz e contente. Ela nunca se queixava e estava sempre de bom humor. Era querida e respeitada por seus companheiros de labuta; e nem o ardor do sol era capaz de roubar-lhe seu sorriso... linda por dentro e por fora, pois tinha contentamento em seu trabalho, mas, como qualquer menina sonhava em se casar.
Um dia como outro qualquer, foi avistada por um belo rapaz, enquanto seguia sua rotina nada fácil. Nada fácil, porém seguia com seu semblante feliz, como quem segue com paz interior. Ele por sua vez, apaixonou-se a primeira vista e como num belo conto de fadas, se prepararam para casar. Ele trabalhou incansavelmente e ambos estavam ansiosos para o dia do seu tão sonhado casamento.
Chegou o grande dia! Vestido pronto, cama impecável, perfume e flores espalhados por todo o quarto. O sabor do vinho era tão especial, que seu noivo nem conseguia parar de beber, afinal, foi feito especialmente para aquele dia.
Que dia perfeito! Perfeito para todos da festa, menos para aquela que já não era mais tão menina...
Enquanto todos bebiam e riam. zombavam entre si dizendo em seus pensamentos,,,, Lá vai ela toda se achando, crente, crente que ta abafando kkkkk e ele? Tá pensando que é esperto, mas vai se dar muito mal, que otário, mal sabe o que o aguarda.
Enquanto aquela jovem menina, aquela altura já não mais alegre, com seu coração meio angustiado, sem saber o que realmente estava acontecendo, seguia como ovelha indo para o matadouro, sem rumo, sem esperança, pois no fundo sentia em seu ser que não estava caminhando para se preparar para seu matrimônio, mas sim, para uma grande armadilha, uma cilada. E ela estava certa...
Outra mulher se casou em seu lugar; essa mesma mulher, usou o seu vestido, seu perfume, deitou em sua cama e desfrutou de suas tão sonhadas núpcias.
E assim foi o dia do seu casamento. O que era pra ser um dia de alegria se tornou em grande dor e lamento. E isso foi só o princípio de suas dores.
Mas não se preocupe, essa história não termina por aqui
Esther Jacob
(baseada em fatos reais)
domingo, 14 de junho de 2020
quinta-feira, 11 de junho de 2020
terça-feira, 26 de junho de 2018
domingo, 17 de junho de 2018
E se Raquel...
Esse tema surgiu em meio conflitos de minha vida...
Li e ouvi coisas assustadoras sobre Raquel esposa de Jacó; coisas desrespeitosas e até mesmo levianas. Esse blog é somente com o intuito de respeitar essa personagem, que para muitos foi tida como "a pedra no sapato de Lia", "A escolha de Deus e a do homem", "A invejosa", "A insatisfeita", " a idólatra" e assim vai...
Raquel pra mim como muitas mulheres, ás vezes, em algum momento de nossas vidas, fomos deixadas na estrada por quem amamos... Infelizmente o maior problema de Raquel, foi ter lutado com suas armas, ao invés de lutar com as armas de Deus; foi se apegar em sua própria força, não se permitindo ser curada por Deus, por ter sido enganada e trapaceada pelas pessoas que deveriam protegê-la... Preferiu desejar logo outro filho, ao invés de aproveitar seu filhinho José...Sua insatisfação não permitiu em ver, que embora sua irmã fosse fértil, foi seu filho que Jacó mais amou... Quantas de nós, deixamos de desfrutar das bençãos que Deus nos dá, para enlutarmos por aquilo que não temos? Porém, uma coisa linda aprendi com Raquel, que mesmo sendo uma mulher de pouca fé, mesmo tendo sido deixada pelo caminho, mesmo depois de sua morte, Deus honrou o fruto de seu ventre. Não teve inveja certa, perseguição ou desdém... Seu filho José até hoje é citado como um jovem de grande valor. Ele tinha defeitos, mas, ao longo de sua vida, Deus o tratou. E entendo também, que se Raquel tivesse vivido um pouco mais, não teria suportado tanta dor em ver seu filho tratado com indiferença pelos seus irmãos, e tão pouco teria suportado a sua suposta morte.
Por isso minha querida leitora, mesmo diante de nossa pouca fé, mesmo diante de nossos defeitos, Deus não vai deixar que os sonhos de nossos filhos em Deus, sejam frustrados. Ainda que não vivamos para tal, nossos amigos, parentes e inimigos, vão ter que ver o que Deus fará através do fruto de nosso ventre para sua glória. Só que eu prefiro romper em fé e optei o contrário de nossa amada Raquel: Eu não vou ficar sozinha no meio da estrada, eu vou, em nome de Jesus, ver meus filhos "Crescendo em estatura, em graça e no conhecimento do Senhor". Assim está escrito: " ..Seus filhos serão ensinados do Senhor e haverá grande paz entre eles". Termino por enquanto, deixando uma citação da jovem escritora Sabrina Braga: " Mesmo que tentem arrancar as suas pétalas, a sua raiz está em Deus, e você vai florescer aonde Ele te plantar".
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Lá vem ela.. . Era uma vez, uma menina que seguia trabalhando feliz e contente. Ela nunca se queixava e estava semp...


